Culinária

A história da padaria

Tenho a certeza que já viram um filme ou já leram um livro, em que algum personagem surge a comer um pão. Esse conteúdo não é colocado nestas obras à-toa, uma vez que hoje sabemos que a panificação surgiu no início do Império Romano, e era nessa época, uma arte muito famosa que se destaca especialmente em ocasiões importantes como festas.

A arte de assar o pão tornou-se mesmo muito famosa entre os cidadãos da Roma antiga e como tal, era considerada uma ocupação e profissão respeitável. Os primeiros padeiros, começaram por fazer os seus pães em casa num forno, e recorriam a moinhos para moer os grãos de farinha e assim fazerem os seus pães.
Esta tendência tornou-se comum e, posteriormente, os produtos de panificação começaram a ser comercializados nas ruas de Roma, Alemanha, Londres e muitas outras capitais europeias. Esse ritmo de produção e distribuição nas ruas resultou num sistema de entrega de mercadorias.
Em 7 de julho de 1928, uma padaria em Chillicothe (Missouri), introduziu o pão pré-cortado usando a máquina automática de cortar pão, inventada por Otto Frederick Rohwedder.
Anos mais tarde a Segunda Guerra Mundial afetou de forma direta as indústrias de produção de pão no Reino Unido, uma vez que as escolhas de panificação fechavam, o que quando a guerra terminou havia muita falta de padeiros habilidosos.

em Portugal, o pão tem também uma tradição secular que herdou como falamos dos antigos romanos. Desde então cada região tem o seu tipo de pão, segundo as farinhas que cada zona tem à sua disposição.
Hoje em dia Portugal mantém um forte consumo de pão e desde sempre que mantém uma forte presença nas nossas mesas a todas as refeições!

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